Castelos de cartas: colaboração e inovação
Reflexões sobre a incorporação das tecnologias digitais no ensino
Na última aula de TDE, fomos convidados a construir castelos de cartas em grupos. A intenção do professor Fernando Pimentel, penso eu, foi nos fazer refletir sobre o que vínhamos estudando sobre a incorporação das tecnologias digitais no ensino. Pimentel nos convida a sair da caixinha para pensarmos de forma aprofundada, com base nas teorias que fundamentam a incorporação das tecnologias digitais no ensino. A atividade proposta nos fez refletir sobre o trabalho colaborativo, sobre a mediação, a comunicação em rede com a finalidade de atingir um fim determinado e específico, nesse caso: a construção de um castelo, não qualquer castelo, mas um castelo de cartas bonito, com vários andares, uma vez que o grupo vencedor seria aquele que construísse o castelo mais bonito e maior. Tínhamos em mente o fim, mas era preciso descobrir os meios para atingi-lo. Uma atividade que parecia simples, que muitos já tinham feito e refeito em outros momentos. Mas será que os mesmos recursos funcionam sempre do mesmo jeito? Se o contexto muda também modificam as utilidades dos recursos? O que motiva grupos diferentes, que pretendem atingir uma mesma finalidade, a utilizarem o mesmo recurso de forma diferente? A colaboração contribui para a construção de conhecimentos de forma criativa?
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