Castelos de cartas: colaboração e inovação

 

Reflexões sobre a incorporação das tecnologias digitais no ensino

    Na última aula de TDE, fomos convidados a construir castelos de cartas em grupos. A intenção do professor Fernando Pimentel, penso eu, foi nos fazer refletir sobre o que vínhamos estudando sobre a incorporação das tecnologias digitais no ensino. Pimentel nos convida a sair da caixinha para pensarmos de forma aprofundada, com base nas teorias que fundamentam a incorporação das tecnologias digitais no ensino. A atividade proposta nos fez refletir sobre o trabalho colaborativo, sobre a mediação, a comunicação em rede com a finalidade de atingir um fim determinado e específico, nesse caso: a construção de um castelo, não qualquer castelo, mas um castelo de cartas bonito, com vários andares, uma vez que o grupo vencedor seria aquele que construísse o castelo mais bonito e maior. Tínhamos em mente o fim, mas era preciso descobrir os meios para atingi-lo. Uma atividade que parecia simples, que muitos já tinham feito e refeito em outros momentos. Mas será que os mesmos recursos funcionam sempre do mesmo jeito? Se o contexto muda também modificam as utilidades dos recursos? O que motiva grupos diferentes, que pretendem atingir uma mesma finalidade, a utilizarem o mesmo recurso de forma diferente? A colaboração contribui para a construção de conhecimentos de forma criativa? 


 Semanalmente temos discutido e refletido sobre conceitos que para mim são novos, apesar de utilizar cotidianamente os recursos tecnológicos, desde as diferentes formas que me comunico com as pessoas às informações que utilizo no mundo digital para estudos, entretenimento, conversação, informações, dentre outros. 
    Apropriar-se dos conceitos têm sido um desafio, pois não basta ler textos assim como não basta apenas ter recursos digitais disponíveis nas instituições de ensino. É preciso aprofundar-se, incorporar o conhecimento, torná-lo seu. É preciso ter consciência da importância de cada conhecimento construído, adquirido e estudado para a formação integral, bem como para as práticas docentes futuras. 
    Nesse sentido, pensar em minha base teórica é pensar em qual caminho desejo seguir enquanto profissional que almeja que seu trabalho tenha sentido e significado e, mais que isso, que seja sempre pautado em um compromisso social com a classe a qual tenho pertencimento.

Fica a persistente interrogação, após a última aula: Que teoria terei como base de minha dissertação?

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